Uncategorized

Mar23

 Venha saborear, viver e aproveitar o que Floripa tem para você!

 

Santo Antônio de Lisboa – Localizada na parte norte da ilha de Santa Catarina a  16 km  da praia da Lagoinha, outrora  recebeu o nome de Nossa Senhora das Necessidades.  Este bucólico e pitoresco bairro guarda casas de arquitetura açoriana.  No mês de setembro acontece a Festa do Divino Espírito Santo, tradição esta desde o século XVIII.  Santo Antônio de Lisboa, também oferece aos visitantes os variados restaurantes com  rica gastronomia, principalmente na atmosfera noturna.

Ribeirão da Ilha  – Localizada no sul da ilha  a  57 km da praia da Lagoinha,  chamada também no passado de Freguesia de Nossa Senhora da Lapa, guarda construções arquitetônicas, vividas pelos colonizadores  açorianos. Além de suas construções, pode-se  saborear as deliciosas ostras que são produzidas na própria região.

Dunas da Joaquina – Localizada a 33 km  da praia da Lagoinha, as dunas da Joaquina é o “point” para diversão para aqueles que gostam de se aventurar no “sand board” e tirar lindas fotos. A entrada é gratuita e se você quiser praticar o sand  board/surf por primeira vez, não perca.

Mirantes da ilha –  2 mirantes para aqueles que querem tirar foto  e apreciar a vista das praias e dos morros da ilha de Santa Catarina. Vale muito apena! Os dois mirantes aqui que se destacam são:

  • Mirante da Lagoa – aqui você aprecia a vista da Lagoa da Conceição em direção ao mar.( a 32 km da praia da Lagoinha)
  • Mirante da Mole – aqui você aprecia a Lagoa da Conceição em direção a montanha. A vista é fantástica. Aproveite para tomar um café apreciando a paisagem. (a 28 km da praia da Lagoinha)

Lagoinha do Leste – uma praia exuberante que faz sinfonia com o conjunto de natureza mata,  rio, morro, praia e mar, localizada a  55 km da paria da Lagoinha. Para chegar até esta praia paradisíaca é necessário uma caminhada, muitas vezes com mais de 2 horas de duração, por duas trilhas uma na Praia do Pântano do Sul e outra na Praia de Matadeiro, também é possível chegar de barco.

Museu Histórico de Santa Catarina  – Palácio cruz de Souza – antiga sede do governo do Estado de Santa Catarina, localizado em pleno centro da cidade de Florianópolis.  Este palácio do século XVIII/XIX, que combina estilos neoclássico e barroco abriga hoje o luxuoso museu  histórico dos catarinenses. A  visitação diárias das 10:00 as 18:00 horas, e inclusive aos sábados e domingo das 10:00 as 16:00 horas (exceto as  segundas feiras)

Projeto Tamar – esse projeto genuíno voltado para a preservação das tartarugas é muito legal, localizado na Praia da Barra da Lagoa a 30 km da praia da Lagoinha. atende a todas as idades , mas as crianças adoram.! A visita é sempre guiada!

Fortalezas –  Para os portugueses garantirem as terras meridionais do Brasil de invasores, foram construídos ao redor da ilha fortes que guardam o passado desta linda ilha. As fortalezas são excelentes opções de passeio histórico. Os fortes mais importantes para visitação são: Santa Cruz de Anhatomerim, São José da Ponta Grossa, Santo Antônio de Ratones, também  pode-se visitar outros.

Museu de Arqueologia Costão do Santinho – Localizada na Praia do Santinho a 14 km da praia da lagoinha. O museu é a céu aberto e traz como principal atração as pinturas rupestres, feita pelos primeiros habitantes a milhares de anos atrás. Todo o trajeto é bem sinalizado com placas contando a história, tudo  preservado e organizado.

Parque Estadual do Rio Vermelho – Localizado no bairro Rio Vermelho a 19 km da Praia da lagoinha, encontramos o parque que abriga uma variedade animais pertencentes a mata atlântica. As visitas são guiadas de uma hora, o principal objetivo do parque é a conscientização ambiental. A paisagem da floresta é belíssima, você não pode perder.

Mercado Público – Localizado nol centro de Florianópolis. É um lugar onde para comprar roupas, artigos de praia, souvenirs que retratam a ilha. E também oferece excelente  gastronomia com bares e café ao ar livre (vão central do mercado). Os  argentino o chamam de “Mercado Amarillo”

Por   João S. Coelho